TESTE

Arquivo por janeiro, 2010

VT Grito Rock Minas Gerais

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Megalozebu está no 3º Encontro Nacional da Nação Hip Hop!

Na madrugada de hoje, 29 de janeiro, o Coletivo Megalozebu partiu rumo ao litoral paulista. O destino é São Vicente e a razão é que aqui está acontecendo o 3º Encontro Nacional da Nação Hip Hop, onde a primeira vila do Brasil recebe comunidades do país inteiro.

Em Uberaba, a Fundação Cultural levou mais de 30 pessoas para o evento e o Megalozebu ficou com a tarefa de registrar cada momento desse encontro que promete ser um momento histórico para a cena local.

Oficinas, workshops, palestras e debates fazem parte da programação, que inclui ainda shows com MV Bill e Rappin Hood, além de várias atrações internacionais.Estamos todos ansiosos para ver as ondas do mar e ouvir as rimas dos manos e das minas!

Na foto a discontração dos mc’s de Uberaba brincando de rimar durante os intervalos.

Texto: Michelle Parron
Foto: Léo Freitas
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No ar Podcast Megalozebu Especial Grito Rock

Com a chegada do Grito Rock 2010 em Uberaba, o Megalozebu preparou um Podcast especial com todos os detalhes do que vai rolar nessa folia. Conheça o som da banda Soprones, e curta um pouco mais das bandas que fazem o nosso cenário independente.

O podcast megalozebu está cheio de coisas boas, e é um gostinho de tudo que rola dias 5, 6 e 7 de fevereiro no Café do Teatro, em Uberaba.

Produzido e editado por Agnes Maria

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Entrevista de Pablo Capilé causa polêmica no site "O Inimigo"

Muita discussão marcada por duas linhas de defesa. Assim foi repercussão da entrevista de Pablo Capilé ao “O Inimigo” no dia 11/01 desse ano. Com o título Mercado (mutante) Independente, escrita por Hugo Morais, na entrevista Capilé explica sobre o funcionamento do Fora do Eixo, como os coletivos se ligam a esse circuito e como eles trabalham de forma interdependentes.

Uma das maiores polêmicas foi a parte em que Pablo diz:

“Eu sou dentro da ABRAFIN um defensor de que não se deveria pagar cachê as bandas. Festival é uma mostra. É entender que uma banda só vai ter um público de 6000, 7000 pessoas em Cuiabá no Festival Calango. Se a banda não entender que o principal lastro dela é público, se mata também. Tem um exemplo forte disso que é o Cidadão Instigado. O Cidadão Instigado vai numa revista e fala que a ABRAFIN é uma máfia. Só que o Cidadão está acostumado com o padrão SESC de cachê. Aí acredita que aquilo que o SESC banca para ele, é o que ele tem que receber. Só que lá em Cuiabá o Cidadão Instigado não leva 30 pessoas. Essas 30 pessoas pagando R$ 20.0 dá R$ 600.00. E o meu festival é praticamente gratuito. Mas se pagassem R$ 20.00, dava R$ 600.00. Aí a gente triplica isso pelo valor agregado, a banda esteticamente é bacana. Então além da bilheteria, vamos dar uma triplicada nisso aí. Dá R$ 1.800,00. Só de cachê o cara me pede R$ 4.000,00. Então só de cachê saímos em um déficit de R$ 2.200,00, sem contar as passagens. Então se ele não consegue equilibrar isso, entender que o festival forma público e que para ele voltar e ter público teve que construir esse lastro, fica difícil estabelecer uma negociação”.

Muitos não compartilham dessa idéia, porém o número de pessoas que não entendem o que é um coletivo é absurdamente grande. Essas palavras geraram mais de 180 comentários o qual pessoas criticam e defendem como esse comentário de Luiz Manghi Foda essa história da banda se bancar pra tá tocando. Certo que os festivais são uma mostra e tal, você ta indo lá pra mostrar seu trabalho, mas porra…o quanto não custa sair viajando pelo Brasil pra tocar! É foda…minha banda mesmo está abandonando a ideia de uma turnê agora porque tamo sem grana. Não sou a favor de ninguém fazer dinheiro tocando em festival não…mas os festivais tem que ter a consciência de pelo menos ajudar a banda financeiramente também!”

Renato defende: “… Não consigo ver o trecho do texto onde o Capilé banca o espertão tentando ganhar dinheiro com o trabalho dos outros. O que vejo na verdade é uma tentativa de diálogo entre as bandas e os produtores onde todos precisam ceder. Ele fala no texto que é contra o pagamento de cachês (realmente!), porém, dentro da ABRAFIN e não é citado também que uma banda precisa bancar a ida ao festival (já que isso pode entrar como uma ajuda de custo e não cachê)”.

O Miranda, aquele do programa Ídolos, deixou o seu comentário: “Sabe uma coisa mais engraçada nisso tudo? que o Capilé é o maior durango. muitas vezes quando os gordos malucos (eu e o Fabricio) vamos jantar ele foge porque acha que a gente gasta mais do que ele pode em comida. se vcs querem saber, admiro o Capilé, sujeito idealista, assim como Fabrício Nobre, grande batalhador. Sei muito bem o trabalho que dá fazer as coisas que eles fazem. é foda que fazem isso muito mais pelos outros que por eles mesmos. se o cara quisesse ganhar dinheiro montava outro negócio, não festival de banda independente que é tudo uma cambada de duro. hehehe. na real, deviam parar de fazer os festivais e fodam-se a cena, as bandas, eu, tudo… e botar um mercadinho. dá menos trabalho e mais dinheiro. e fica curtindo som idependente gringo baixado em mp3, que é de graça. hehehe”

Cabe a vocês decidirem o que acham e decidir quanto a visibilidade que o Megalozebu está trazendo para o cenário independente em Uberaba, nós somos fruto desse circuito e o que fazemos faz parte de uma mesma ideologia.

Texto: Verônica Boaventura
Informações e imagem retiradas do site O Inimigo

Leia a entrevista na íntegra aqui!

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Hoje começa o 3° OBSERVATÓRIO FORA DO EIXO

A ferramenta virtual de pesquisa e estudo das novas tecnologias sociais do circuito vai dar iníciao hoje a noite as suas atividades. O Fora do Eixo acaba de inaugurar a 3° edição do Observatório Fora do Eixo, que acontece nos dias 27, 28 e 29 de janeiro.

Durante os três dias, agentes do circuito e convidados estarão conectados com a proposta de trocar conhecimentos através de seminários e debates virtuais que envolvem a cadeia produtiva. O local desses encontros é na sala do Observatório Fora do Eixo a partir das 20h e será dividida em dois grupos: grupos de discussão (GD) e grupos de trabalho (GT).

O assunto que encabeça as discussões do observatório de janeiro é Formalização dos Coletivos, já que é um tema que tem muita demanda dentro da rede.

Hoje o Observatório começa com o Grupo de Discussão sobre Mecanismos de captação de recursos (Editais Nacionais e Internacionais, Convênios, Leis de Incentivo), com o palestrante Chico Maia / Bauru (SP) – diretor do Departamento de Comunicação Externa do gabinete do Prefeito de Bauru. Lecionou o mini-curso “Política dos Editais: elaboração e captação de recursos”.

Confira a programação completa aqui.

Texto: Michelle Parron
Imagem: Divulgação

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