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	<title>Comentários sobre Coletivo Megalozebu - Uberaba - MG</title>
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	<description>Ponto Fora do Eixo</description>
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		<title>Comentário sobre INVERSÃO DE VALORES por Cassy</title>
		<link>http://www.megalozebu.com.br/2012/05/inversao-de-valores/#comment-6108</link>
		<dc:creator>Cassy</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 18:42:41 +0000</pubDate>
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		<description>As insPIRAÇÕES fazem da minha essência =)</description>
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		<title>Comentário sobre INVERSÃO DE VALORES por Alliny Araújo</title>
		<link>http://www.megalozebu.com.br/2012/05/inversao-de-valores/#comment-6107</link>
		<dc:creator>Alliny Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:55:21 +0000</pubDate>
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		<description>vc sempre está em dias insPIRADOS</description>
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		<title>Comentário sobre INVERSÃO DE VALORES por Cassy</title>
		<link>http://www.megalozebu.com.br/2012/05/inversao-de-valores/#comment-6106</link>
		<dc:creator>Cassy</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 01:29:15 +0000</pubDate>
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		<description>kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
não fique, vc me pegou num dia bom e inspirado ;o)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk<br />
não fique, vc me pegou num dia bom e inspirado ;o)</p>
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		<title>Comentário sobre INVERSÃO DE VALORES por Alliny Araújo</title>
		<link>http://www.megalozebu.com.br/2012/05/inversao-de-valores/#comment-6105</link>
		<dc:creator>Alliny Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 May 2012 18:47:58 +0000</pubDate>
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		<description>lindona, fiquei até com vergonha do meu texto... disse tudo... obrigado por tudo, sempre</description>
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		<title>Comentário sobre INVERSÃO DE VALORES por Cassy</title>
		<link>http://www.megalozebu.com.br/2012/05/inversao-de-valores/#comment-6104</link>
		<dc:creator>Cassy</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 May 2012 16:01:14 +0000</pubDate>
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		<description>O fator &quot;ser bem sucedido&quot; é uma busca constante da maioria das pessoas, pois está diretamente atrelado ao ponto convergente &quot;grana&quot;. Hoje em dia, ter dinheiro é um &quot;sinal&quot; de sucesso. Contudo, até onde vai a necessidade de se ter dinheiro para viver bem e realizar sonhos?

Alguém me disse outro dia que &quot;poderia começar alguns projetos com R$ 200.000,00. Aí, sim, minhas necessidades seriam satisfeitas. Ou pelo menos iniciadas.&quot; Infelizmente devo discordar, mais uma vez, sobre o valor dado ao dinheiro. Não pela pessoa que me disse que duzentos mil é um número interessante para começar algo, mas pelo fato do valor que ele não tem. Não digo o valor monetário, falo a respeito do valor emocional, mesmo. A maioria das pessoas julgam que sucesso e felicidade dependem dele, e é aí que está um dos maiores equívocos da humanidade. Por que? Pelo simples fato de TODOS e TUDO, girarem ao redor do tal dinheiro (e não estou generalizando). Vê-se gente matando, roubando, ferindo, mentindo, (se) corrompendo, (se) enganando, dentre outros adjetivos bacanas, pela &quot;necessidade&quot; de ter uns &quot;trocados extras&quot;. Veja que até pessoas ou locais &quot;acima de qualquer suspeita&quot; se rendem ao brilho e às facilidades que o dinheiro traz. Vide líderes religiosos, líderes de nações, pessoas comuns, enfim, olhe ao redor.

Bem, não estamos aqui para discorrer sobre minhas (vãs) filosofias e teorias a respeito do dinheiro, talvez eu pudesse discorrer por algumas boas linhas, mas não tenho esse direito. E veja só, eu também preciso de dinheiro para viver. Contraditório? Não. Realidade mesmo, mas o valor que ele tem para mim é igual àquela fórmula do zero à esquerda. É insignificante mesmo, apesar de me proporcionar algumas regalias e conforto, mas não penso diariamente que preciso trabalhar mais para ganhar mais, ou algo do estilo. Ganho o suficiente para ter uma rotina suave e confortável. Vou a festas, saio com alguma frequência, faço viagens (não com a frequência que gostaria, por causa do trabalho), vou ao cinema, faço coisas que me fazem feliz, e creio que esteja ai a diferença toda: sou feliz com o que tenho. Enfim, vivo minha vida pelo prazer de viver e não pelo dinheiro que ganho.

Então, voltando ao assunto da publicação &quot;A inversão de valores&quot;, creio que a inversão de valores, vem ocorrendo há algum tempo. Se eu tivesse que definir uma época, diria que a década de 1990 foi o ponto chave, contudo, não posso, uma vez que minha experiência nessa vida começa na segunda metade da década de 1970. 

O que sei antes disso é por leituras, causos e casos. Quando valorizamos algo além do que é necessário, alimentamos essa inversão.

O que é inversão de valores, de fato? Dentre as minhas várias teorias sobre vários assuntos, posso apontar a seguinte definição: &quot;é quando você sabe que deve fazer isso, mas faz aquilo, sem pestanejar.&quot; Alguns diriam, &quot;ah, mas isso é coisa de certo e errado&quot;. Eu responderia, &quot;o que define o que é certo e errado?&quot; Eles diriam, &quot;as leis, a sociedade...&quot; Eu diria, &quot;a minha consciência.&quot;. Sim, minha consciência e ponto final. Adquirimos conceitos morais vindos de todos os lados, alguns desses conceitos morais chegam até nós bem tortos e no decorrer da vida e do tempo, percebemos e os &quot;consertamos&quot;, ou não. Deixamos como está, por ser mais conveniente para nós mesmos e não para o outro como julgamos.

Li em algum lugar que &quot;até você ter (cons)ciência de algo você pode ser considerado &#039;inocente&#039; ou ingênuo&quot; (isso não se refere a leis). Concordo com essa fala. Quais são meus valores? Quem os fez? Hoje, eu sou responsável por todos eles, herdados, ou não, de meu núcleo familiar. São valores e valores. Meus valores morais não me permitem pegar um troco errado, que veio a mais. Não me permitem &quot;achar graça&quot; na queda do outro. Não me permitem &quot;puxar a cadeira&quot; só para ver o tombo (metaforicamente falando). Enfim, não me permitem muitas coisas, apesar de eu ter um &quot;espírito de porco&quot; que gosta de &quot;um bom mal feito&quot;. Não sou dona da razão, e nem das circunstâncias, sou dona de mim e de minha consciência. É com essa dupla que eu me viro por ai e vivo, linda, feliz, sorridente e saltitante. Não sinto o peso do nome que carrego, não sinto o peso dos (pre)conceitos, não sinto o peso da maioria das palavras pronunciadas. E, principalmente, não sinto o peso dos julgamentos das pessoas que não entendem quem e como sou (já me disseram que eu vim a esse mundo a passeio). Não aceito que haja inversões de meus valores, que levaram uma vida inteira para sempre moldados e lapidados por mim. Eu aprendi a abstrair o &quot;certo e o errado&quot; de cada um deles, e hoje, após anos de labuta, eles estão maiores e melhores, e a tendência é que continuem crescendo cada vez mais.

Minha mãe, como a sua Alliny, criou os (três) filhos sozinha, e os valores que ganhei dela continuam aqui, com algumas alterações, mas continuam aqui. E dos três filhos que ela teve, a mais irresponsável sou eu, mas isso não vem ao caso, não nessa fala. Vivi, sobrevivi e vivo plenamente o que a vida me traz. E por ter essa &quot;vivença e sabença&quot; que digo e repito em alto e bom tom: &quot;Vivamos, pois! Vivamos valorizando o que e quem tem valor. Sem nos vendermos por um bocado de nada.&quot;

P.S.: Obrigada pela menção à minha pessoa =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O fator &#8220;ser bem sucedido&#8221; é uma busca constante da maioria das pessoas, pois está diretamente atrelado ao ponto convergente &#8220;grana&#8221;. Hoje em dia, ter dinheiro é um &#8220;sinal&#8221; de sucesso. Contudo, até onde vai a necessidade de se ter dinheiro para viver bem e realizar sonhos?</p>
<p>Alguém me disse outro dia que &#8220;poderia começar alguns projetos com R$ 200.000,00. Aí, sim, minhas necessidades seriam satisfeitas. Ou pelo menos iniciadas.&#8221; Infelizmente devo discordar, mais uma vez, sobre o valor dado ao dinheiro. Não pela pessoa que me disse que duzentos mil é um número interessante para começar algo, mas pelo fato do valor que ele não tem. Não digo o valor monetário, falo a respeito do valor emocional, mesmo. A maioria das pessoas julgam que sucesso e felicidade dependem dele, e é aí que está um dos maiores equívocos da humanidade. Por que? Pelo simples fato de TODOS e TUDO, girarem ao redor do tal dinheiro (e não estou generalizando). Vê-se gente matando, roubando, ferindo, mentindo, (se) corrompendo, (se) enganando, dentre outros adjetivos bacanas, pela &#8220;necessidade&#8221; de ter uns &#8220;trocados extras&#8221;. Veja que até pessoas ou locais &#8220;acima de qualquer suspeita&#8221; se rendem ao brilho e às facilidades que o dinheiro traz. Vide líderes religiosos, líderes de nações, pessoas comuns, enfim, olhe ao redor.</p>
<p>Bem, não estamos aqui para discorrer sobre minhas (vãs) filosofias e teorias a respeito do dinheiro, talvez eu pudesse discorrer por algumas boas linhas, mas não tenho esse direito. E veja só, eu também preciso de dinheiro para viver. Contraditório? Não. Realidade mesmo, mas o valor que ele tem para mim é igual àquela fórmula do zero à esquerda. É insignificante mesmo, apesar de me proporcionar algumas regalias e conforto, mas não penso diariamente que preciso trabalhar mais para ganhar mais, ou algo do estilo. Ganho o suficiente para ter uma rotina suave e confortável. Vou a festas, saio com alguma frequência, faço viagens (não com a frequência que gostaria, por causa do trabalho), vou ao cinema, faço coisas que me fazem feliz, e creio que esteja ai a diferença toda: sou feliz com o que tenho. Enfim, vivo minha vida pelo prazer de viver e não pelo dinheiro que ganho.</p>
<p>Então, voltando ao assunto da publicação &#8220;A inversão de valores&#8221;, creio que a inversão de valores, vem ocorrendo há algum tempo. Se eu tivesse que definir uma época, diria que a década de 1990 foi o ponto chave, contudo, não posso, uma vez que minha experiência nessa vida começa na segunda metade da década de 1970. </p>
<p>O que sei antes disso é por leituras, causos e casos. Quando valorizamos algo além do que é necessário, alimentamos essa inversão.</p>
<p>O que é inversão de valores, de fato? Dentre as minhas várias teorias sobre vários assuntos, posso apontar a seguinte definição: &#8220;é quando você sabe que deve fazer isso, mas faz aquilo, sem pestanejar.&#8221; Alguns diriam, &#8220;ah, mas isso é coisa de certo e errado&#8221;. Eu responderia, &#8220;o que define o que é certo e errado?&#8221; Eles diriam, &#8220;as leis, a sociedade&#8230;&#8221; Eu diria, &#8220;a minha consciência.&#8221;. Sim, minha consciência e ponto final. Adquirimos conceitos morais vindos de todos os lados, alguns desses conceitos morais chegam até nós bem tortos e no decorrer da vida e do tempo, percebemos e os &#8220;consertamos&#8221;, ou não. Deixamos como está, por ser mais conveniente para nós mesmos e não para o outro como julgamos.</p>
<p>Li em algum lugar que &#8220;até você ter (cons)ciência de algo você pode ser considerado &#8216;inocente&#8217; ou ingênuo&#8221; (isso não se refere a leis). Concordo com essa fala. Quais são meus valores? Quem os fez? Hoje, eu sou responsável por todos eles, herdados, ou não, de meu núcleo familiar. São valores e valores. Meus valores morais não me permitem pegar um troco errado, que veio a mais. Não me permitem &#8220;achar graça&#8221; na queda do outro. Não me permitem &#8220;puxar a cadeira&#8221; só para ver o tombo (metaforicamente falando). Enfim, não me permitem muitas coisas, apesar de eu ter um &#8220;espírito de porco&#8221; que gosta de &#8220;um bom mal feito&#8221;. Não sou dona da razão, e nem das circunstâncias, sou dona de mim e de minha consciência. É com essa dupla que eu me viro por ai e vivo, linda, feliz, sorridente e saltitante. Não sinto o peso do nome que carrego, não sinto o peso dos (pre)conceitos, não sinto o peso da maioria das palavras pronunciadas. E, principalmente, não sinto o peso dos julgamentos das pessoas que não entendem quem e como sou (já me disseram que eu vim a esse mundo a passeio). Não aceito que haja inversões de meus valores, que levaram uma vida inteira para sempre moldados e lapidados por mim. Eu aprendi a abstrair o &#8220;certo e o errado&#8221; de cada um deles, e hoje, após anos de labuta, eles estão maiores e melhores, e a tendência é que continuem crescendo cada vez mais.</p>
<p>Minha mãe, como a sua Alliny, criou os (três) filhos sozinha, e os valores que ganhei dela continuam aqui, com algumas alterações, mas continuam aqui. E dos três filhos que ela teve, a mais irresponsável sou eu, mas isso não vem ao caso, não nessa fala. Vivi, sobrevivi e vivo plenamente o que a vida me traz. E por ter essa &#8220;vivença e sabença&#8221; que digo e repito em alto e bom tom: &#8220;Vivamos, pois! Vivamos valorizando o que e quem tem valor. Sem nos vendermos por um bocado de nada.&#8221;</p>
<p>P.S.: Obrigada pela menção à minha pessoa =)</p>
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